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Mercado Imobiliário e Novos Comportamentos

Mercado Imobiliário Brasileiro

Por Rossi Olimpia
06/01/2020 15:33

Mercado Imobiliário e Novos Comportamentos.

O principio fundamental do marketing, utilizando uma linguagem simples, porém objetiva é: “Atender às necessidades do Consumidor, obtendo lucros”

Ao dizermos atender às necessidades do consumidor, você empreendedor, antes de iniciar o projeto do seu Lançamento Imobiliário, você já fez ou faz alguma pesquisa imobiliária para entender os hábitos e as necessidades da região que pretende lançar? Se você pertence à aqueles que confia no seu feeling, no seu “faro” e experiência do setor imobiliário, é nosso dever te informar, a Geração Z (nascidos entre 2006 e 2010) está aí e ela será seu próximo cliente. Você está preparado para atender às novas necessidades de um público tão conectado e ligado à conceitos como sustentabilidade, ecologia, tecnologia, de rápido aprendizado e que buscam um relacionamento mais sincero com marcas/empresas e consequentemente, mais estáveis e douradora, principalmente quando seus desejos são atendidos.

Entender o comportamento dos consumidores é essencial para o sucesso no mercado imobiliário, temos um case recente falando a respeito disto – dá uma corridinha lá e retorne aqui. Há um livro chamado Small data: Como poucas pistas indicam grandes tendências, este livro fala exatamente disso, entender aquilo que aparentemente não vimos por estarmos imersos no mesmo ambiente, mas que nos dão grandes insites para um planejamento estratégico de marketing ou lançamento de produto, assim oferecermos algo que supere as expectativas dos consumidores locais.

A lógica de padronizar empreendimentos como por exemplo, lançar o empreendimento XPTO – São Paulo, com conceitos que atendam aos consumidores de São Paulo/SP é válida, mas se o lançarmos apenas alterando para empreendimento XPTO – Amazonas onde talvez seus consumidores, não prezam tanto a questão da segurança e áreas verdes, será o mesmo sucesso? Há diversos fatores para levarmos em consideração, antes de definirmos o produto a ser lançado, como: renda, capacidade de pagamento, oferta concorrente e muito mais. Na prática, as estratégias de sucesso utilizadas para um determinado negócio, não surtirão o mesmo efeito, se copiadas em sua íntegra e aplicadas a outro.

Os consumidores, principalmente os brasileiros já não desejam igualdade de produtos ou serviços, na verdade todos querem uma experiência hiper relevante, e se possível única. Nossa atuação à frente da Gestão de Negócios Imobiliário, por mais de 11 estados no Brasil, e com profissionais de mais de 30 anos de mercado imobiliário, nos deu a compreensão que, nunca antes o consumidor brasileiro cobrou tamanha clareza e honestidade por parte das empresa, pois ele (consumidor) sabe que poderá enfrentar problemas como atraso nas obras, ou atraso no envio do contrato, pois as empresas, assim como todos nós não são perfeitas, mas o diferencial está na forma como eles tratam seus clientes, e neste ponto a honestidade é sempre o melhor caminho. Para isto, não são necessários grandes investimentos em mídia patrocinada, a função das redes sociais é esta: estreitar relações entre pessoas e ou marcas.

Os consumidores brasileiros estão presos em um círculo vicioso de marcas versus experiência do cliente, mostra o novo estudo da Accenture (NYSE: ACN). Enquanto 65% se dizem frustrados quando as empresas deixam de entregar experiências de compras relevantes e personalizadas, 45% se preocupam com a privacidade de seus dados pessoais na hora de assinar serviços inteligentes, desenvolvidos para entender e antecipar suas necessidades. O baixo nível de personalização e a falta de confiança nas organizações custou às empresas brasileiras R$ 401 bilhões no ano passado, quando 47% dos clientes acabaram optando por uma concorrente. Sem uma compreensão maior de seus clientes, as empresas não conseguem entregar as experiências que eles tanto desejam. Para saber mais sobre o estudo, acesse www.accenture.com/au-en/insight-hyper-relevance-gcpr.

“O baixo índice de personalização custou às empresas brasileiras R$ 401 bilhões em 2017”.

Entender quem é seu consumidor, do que ele gosta, o que procura, e personalizar a experiência de compra não é prejuízo, pelo contrário, gera a boa propaganda da sua marca, gera credibilidade, confiança em futuros negócios, engajamento, indicação de novos negócios, e o melhor gera Lucros para você!

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